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Programa fora da grade

Vida em Movimento

Em homenagem ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado em 3 de dezembro, a TV Cultura exibe programação especial do Vida em Movimento, atração apresentada por Dudu Braga, deficiente visual e filho do cantor Roberto Carlos. Entre os dias 30/11 e 5/12 serão apresentados seis episódios da série, que trata de atividades físicas, educação, trabalho, esportes adaptados, recreação, acessibilidade e tecnologias assistivas, do ponto de vista da inclusão das pessoas com deficiência. O programa conta com um sistema ainda pouco conhecido no País, a audiodescrição – recurso em que um locutor narra às pessoas com deficiência visual detalhes que aparecem na matéria sem áudio.

30 de novembro
Esportes Adaptados


Breno Viola, portador da síndrome de Down e faixa preta de judô, fala sobre persistência e disciplina.  O público confere também uma reportagem sobre bocha, um esporte antigo que pode ser praticado por diversos portadores de deficiência física, mediante pequenas e simples adaptações. Ana Carolina Alves, técnica da Seleção Brasileira de Bocha, explica as regras e as adaptações necessárias, e comenta sobre as vantagens do esporte, como a interação, melhora na coordenação motora e capacidade de planejamento.

1 de dezembro
Deficiência Auditiva/Esportes Adaptados – Natação e Equoterapia


A importância da alfabetização para os surdos e o papel da Língua Brasileira de Sinais (Libras) na comunicação. O programa traz depoimentos das fonoaudiólogas Maria Sílvia Cárnio e Carla Mattas, ambas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), e de Marli Nabeiro, professora de Educação Física Adaptada da UNESP. Também há explicações sobre a equoterapia, método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento de pessoas com deficiência.

2 de dezembro
Deficiência Física/Eficiência Física


O telespectador conhece a história de Helena, uma jovem com paralisia cerebral que tem a dança como seu esporte predileto, cursa biblioteconomia e prova que é possível levar uma vida normal. Em outro bloco, é abordada a importância da dança como meio de reabilitação física e sensorial, com depoimentos de um dançarino e uma coreógrafa da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef).

 3 de dezembro
Golbol, Voleibol, Basquete/Esportes Adaptados


Conheça o Golbol, modalidade criada especialmente para pessoas com deficiência visual na Europa em 1946, que desenvolve as percepções auditiva e tátil, juntando duas paixões nacionais: a bola e o gol. O programa fala também sobre voleibol, considerado o segundo esporte mais popular do mundo que tem variações como o vôlei de praia e o sentado. Por fim, a atração retrata o basquete, que pode ser jogado também em cadeira de rodas. Segundo Thiago Gorgatti, coordenador de Esportes da Associação Desportiva para Deficientes (ADD) de São Paulo, o basquete em cadeira de rodas não muda muito em relação ao convencional, já que as dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas.

 4 de dezembro
Compartilhar o afeto/Eficiência Visual Parte I


A participação do locutor Beto Pereira da Rádio Difusora de Jundiaí, interior de São Paulo. Ele possui deficiência visual e relata sua história ao programa oferecendo dicas de convivência e interação social com pessoas cegas tanto na família, como no trabalho. Ainda neste programa, o público confere o relato da psicóloga Elisângela Vasconcelos, que teve uma lesão cerebral. Ela narra sua trajetória escolar, da escola especializada à regular, e agradece seus professores, pois foi graças a eles que ela se tornou uma profissional. Por fim, os telespectadores conhecem a história de Samuel, um garoto de oito anos que tem Síndrome de Down.

5 de dezembro
Compartilhar o afeto/Eficiência Visual Parte II


Muitas pessoas com deficiência precisam de adaptações para exercer seu direito de ir e vir. O programa aborda as adaptações necessárias e como é possível executá-las. A psicóloga Ana Rita de Paula, que tem deficiência física, explica que o preconceito pode impedir as pessoas de serem vistas a partir das suas capacidades, habilidades e potencialidades.


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