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Em
1977, criou e dirigiu o cine-documentário "Retrato de Classe",
exibido no "Globo Repórter", filme ainda hoje considerado referência
na produção nacional. Vide comentário crítico e referência
em: Perto do fim da ditadura, dirigiu meteoricamente o jornalismo da Rádio Nacional do Rio, destacando-se suas tentativas completamente fracassadas de diminuir a presença de repórteres da emissora em entrevistas coletivas e de aumentá-la nas favelas da cidade. Saíram-no. Depois de visitar, a convite, emissoras de TV e de rádio da Alemanha e Grã-Bretanha, deu aulas de Criação em Rádio e TV na FAAP e trabalhou com vídeos educacionais e documentários radiofônicos. No início dos anos 90, após fazer a direção geral de algumas séries de TV sobre o Brasil, o mundo, as pessoas e as coisas (ex: "História em Ação", "Anos de Chumbo", "Cidadania" etc.), foi convidado a ajudar a implantar a TV Escola do MEC, da qual foi o primeiro diretor de produção. Pouco
antes de (re)juntar-se a Abu em "Provocações" - e a chamado
de Walter Avancini - escreveu para a Rede Manchete parte da novela "Mandacaru".
Aproveitou o ímpeto de escrever torrencialmente então adquirido
e iniciou-se no que pretende que venha a ser uma vida literária, escrevendo
e publicando "Peão Envenenado e outras provocações".
Vide resenha em | ![]() |