Poço Redondo, SEprimeira parte Neide Duarte |
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |
Do sertão de Pernambuco para o sertão de Sergipe. E no caminho de passagem tem um filme de cinema.
"2 meses.
Chegou um monte de carro aí e ficaram filmando.
E nesse mundo da
escritura, que é de alguns, mas não é de todos, vamos
atrás das letras, das palavras, das sílabas que vão
se formando no sertão, do bem escrever, do bem dizer, atrás
de toda decifração.
Vocês conseguem enxergar direito? "Consegue, alguém traz até um candieirinho pra ajudar." - Alaíde Martins - Professora
Eva, professora da Universidade Federal de Sergipe, é a coordenadora do Programa de Alfabetização Solidária em Poço Redondo.
|
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |
"Minha vontade era aprender o nome. E achei muito bom. E agora faço meu nome em qualquer canto que chegue. É feio demais o cara, em todo canto que chegue, colocar o dedo, presta não." - aluno
Tá
tendo comida? E tá
bom de dormir, tudo?
E no encontro sem palavras espiam quem somos.
"Na casa de Dazinha nem precisa ter candeeiro, só os olhos de Dazinha que alumia até o terreiro." "No interior do Cachimbeiro nem precisa mais chover, só os olhos de Dazinha faz o mato enverdecer.'' - alunos
Neste lugar onde o Brasil é grande. O pai do sertão se estende azul. E as mães tem o tamanho da terra. É tudo
por apelido.
"Eu só conto bem quando estão dormindo, mas parece que é doze. Na hora que tá comendo é difícil contar, agora dormindo dá doze." - Antônio Bento
E no meio de tantos, cada sertanejo quer ter sua distinção, seu jeito de ser sozinho.
"Ah! Me senti alegre porque era muita coisa que eu não sabia, antes eu me sentia triste. Precisava assinar um documento, uma coisa e eu não sabia."
|
||||||||||
|
|
Caminhos e Parcerias | Frutos
|
|