Madre Teresa, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, é conhecida
em todo o mundo pela ajuda aos órfãos, pobres, doentes
e moribundos da Índia.
Calcutá, 1987. O papa João Paulo II visita essa cidade
indiana, onde a miséria e a riqueza vivem lado a lado. Madre
Teresa trabalha numa missão de caridade. Dedicou sua vida a aliviar
o sofrimento dos pobres. A pequena missão fundada por ela tem
hoje ramificações por todo o mundo. Mas, em Calcutá
ela ainda cuida dos moribundos de rua. A simplicidade com que conduz
sua vida e suas missões contrasta com a pompa e circunstância
da mais alta autoridade da Igreja, o papa.
Para receber o papa, ela é designada dignatária. Se João
Paulo II é o guardião da doutrina religiosa, Madre Teresa
é a encarnação viva da mensagem do Novo Testamento.
Para ela, Cristo está morrendo nas ruas de Calcutá e alguma
coisa tem de ser feita.
Em 1979, ao receber o Prêmio Nobel da Paz, ela diz que sua obra
é "uma gota de salvamento num mar de sofrimento". Sua mensagem
é clara : "Juntos proclamamos com alegria a difusão da
paz, o amor à humanidade, e percebemos que os pobres são
também nossos irmãos".
Com esses pobres, Madre Teresa comprova seu compromisso. Conforta cada
indivíduo a seus cuidados e é um exemplo para todos.
Durante sua longa vida recebeu inúmeros presentes em agradecimento
à sua dedicação. Tudo isso é usado para
ajudar seus pacientes.
Onde quer que essa mulher franzina com coração de gigante
viaje, leva sempre sua mensagem de amor e caridade. Seja em Nova York
com as vítimas da AIDS, seja no terremoto da Armênia.
Em 1988, aos 78 anos de idade, ela volta à Albânia, sua
terra natal, para rezar pela mãe e pela irmã.
O exemplo de fé e esperança de Madre Teresa conquistou
muita gente para sua causa. Ela tentou ensinar ao mundo que toda pessoa,
por mais miserável que seja, é digna de amor.
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