Série de 10
programas sobre astronomia, descortinando o céu e ajudando o público
a reconhecer os objetos celestes e a saber como andam as pesquisas que
permitem a construção de teorias avançadas a respeito
da vida no Universo. A primeira inteiramente produzida no Brasil.
Observatório
do Instituto Astronômico e Geofísico
EPISÓDIOS:
OS
CAMINHOS DA LUZ
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Quais caminhos
a luz percorre até se transformar em informações
para nós? Como se constrói uma luneta simples para
observar o céu? A observação do céu
desde o instrumento disponível mais simples, que é
o olho humano, até os melhores e mais modernos telescópios.
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SOMOS
PEQUENOS NO UNIVERSO ?
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As distâncias em Astronomia são inimaginavelmente
grandes para nós. As escalas de tempo também. Como podemos
reduzir em escala o tamanho do sistema solar? Como podemos compreender
a passagem do tempo recorrendo à luz e à sombra ou a um fluxo
d'água? Cenas gravadas no estádio do Morumbi e no canyon
da cidade de Itapeva, no interior de São Paulo, ajudam a responder
a essas perguntas. |

Esfera Armilar
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O
COLECIONADOR DE ESTRELAS
Observatório
Nacional do RJ
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Quais os
objetos celestes que podem ser observados a olho nu? Quais constelações
conseguimos reconhecer e como elas se relacionam com as estações
do ano? Qual o aspecto dos planetas quando observados através
de aparelhos de pequeno porte ? Como utilizar os planetários e
observatórios didáticos para aprender um pouco mais sobre astronomia?
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LUA:
DA PAIXÃO À CONQUISTA
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Como se dão os eclipses? Qual é a relação entre as fases da Lua
e as marés? Cenas de um eclipse lunar visto da praia de Paúba,
no litoral norte de São Paulo, ajudam a traçar essa relação. Como
foi que chegamos à Lua? Isso representou uma conquista da Humanidade?
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AS
FRONTEIRAS DO SISTEMA SOLAR

Sistema
Solar
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Quais os
principais constituintes de nosso Sistema Solar? Como funciona
o Sol? E as estrelas cadentes? E os cometas? Quais novas visões
desse sistema as pesquisas nos têm propiciado? Qual o papel das
sondas espaciais na pesquisa desse sistema? |
A
EXPLORAÇÃO ESPACIAL
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Desde meados dos anos 50 exploramos o exterior de nosso planeta.
De lá para cá, a indústria do espaço vem realimentando a tecnologia
e a ciência para acelerar o seu próprio desenvolvimento. Conquistas
modernas na área da informática e alta tecnologia se devem à exploração
espacial. As telecomunicações e o sensoreamento remoto são algumas
das aplicações que envolvem o Brasil no clube fechado de países
que produzem essa tecnologia. Cenas no INPE - Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais -, em São José dos Campos (SP), nos ajudam
a enfocar o papel do Brasil nessa área. |

Onibus Espacial
/ foto NASA
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ESTRELAS
COLORIDAS

Observatório
do IAG / USP
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Como evoluem
as estrelas? É mesmo possível que a estrela que vemos hoje no
céu possa já ter desaparecido séculos antes? As estrelas têm cores
diferentes? |
DO
GEOCENTRISMO AO HELIOCENTRISMO
| Durante
muito tempo se pensou que o centro do Universo fosse a Terra.
Mas depois o Sol passou a ser visto como o centro de tudo. A Ciência
fala hoje de um Universo mais amplo, com galáxias e quasares.
E onde está, afinal, o centro de tudo? |
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OS
MISTÉRIOS DO UNIVERSO

Pulsar /
foto NASA
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Alguns objetos
celestes têm nomes estranhos que nem sempre correspondem às suas
funções. Como compreender os pulsares que não pulsam? E os quasares,
que são galáxias sem sê-lo? Como são as fases finais da evolução
de uma estrela muito massiva? E os buracos negros? Eles são mesmo
negros? |
A
VIDA NO UNIVERSO
| Existem
seres vivos fora da Terra? O que significa a busca científica
de vida inteligente fora de nosso planeta, partindo do conceito
de vida que temos? As comunicações como principal via de acesso
à vida inteligente, esteja ela onde for, na imensidão do Cosmo.
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Sobre a série
Apresentada pelo físico Walmir Cardoso, a série foi gravada
no Instituto Astronômico e Geofísico da USP e nos observatórios
astronômicos do Laboratório Nacional de Astrofísica,
em Brasópolis (MG); Capricórnio, em Campinas; Rádio
Telescópio de Itapetinga, em Atibaia; e Centro de Divulgação
da Astronomia (CDA), em São Carlos, Estado de São Paulo.
Olhando para
o Céu destina-se ao público em geral, mas seu firme propósito
é o de estimular os jovens a pensar com seriedade em uma carreira
científica. Por isso mesmo, seus 10 episódios foram concebidos
para servir também de material de apoio a professores e estudantes
de 1° e 2° graus.
Ficha técnica:
Conteúdo, Assessoria e apresentação: Walmir Cardoso
Chefia do Departamento de Arte: Lino Ribolla
Arte e abertura: Horácio Oka, Luís Scarabel Jr, Helena Perim,
Marcelo Marassá
Efeitos especiais: Max Figueiredo, Renato dos Santos, Sílvio Galvão
Imagens: Edgar Luchetta
Iluminação: Sílvio Mongelos
Editor de Pós-produção: Anselmo José Ferreira
Sonoplastia: Nilton Alfani
Eugênio Pedro Franciono
Assistente de produção: Marcos Mainardi, Rosyres Oppido
Produção: Roseli Ferro
Roteiro, Trilha Sonora e direção: Cleston Teixeira
Chefe Depto. Produção Executiva II: Nádia Hatori
Gerência de Produção: Luiz Eduardo Crescente
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